sexta-feira, 19 de março de 2010

Doente do pé

Saí sambando sem saber
Que o meu sambar sabia sorrir
Sonhei que o samba me iludia
E caí no samba pra me divertir

Dividi o saber e o sambar
E o samba fugiu de mim
Hoje não sei que, sem sambar,
Não sou sequer um tamborim

Topei subir num palco a sós
O samba e a saia, meus pés e só
Chorei o samba que saia

Das patas às pontas dos dedos
Das latas aos sambas enredos
Enquanto o sonho me dormia

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