Nos dias de hoje,
e em dias como hoje,
Onde os cabelos ficam presos
E nem são compridos
As roupas são escuras
Nós nem vemos vestidos
Os ônibus atrasam
Idosos não sentam
Carros só buzinam
Ninguém se cumprimenta
Geleiras derretem
Viadutos acimentados
Olhos ardem
O céu acizentado,
É preciso estar vivo.

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