quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Poema - Paradoxalmente alimentando

Misturar xinxim de bode
Com bobó e acarajé
Inventar tudo que pode
Não comer nada que quer
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É o dinheiro a fome
Que a gula lhe fabrica
Vomita tudo que come
É o nada que se fica
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A ração está na moda
O sabor que se perdeu
O que alimenta engorda
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Todo corpo esmoreceu
A beleza não transborda
Pois a alma pereceu

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